Existem evidências crescentes que fatores ambientais (alimentação, poluentes, infecções, exposição a agentes infecciosos, etc) podem modificar o nosso material genético, principalmente em fases críticas do desenvolvimento (fase intra-útero até os dois anos de vida especialmente). Estas modificações podem ainda ser transmitidas aos nossos filhos.

Assim, pode ser que a higiene “em excesso” (ver hipótese da higiene no quadro abaixo) e as mudanças na “flora” intestinal (causadas pela cesárea, pelas mudanças alimentares advindas da industrialização e pela falta de aleitamento materno) ocorridas na geração anterior possa estar contribuindo para o aumento dos casos de alergia nesta geração.

Outro fator associado é o contato precoce com o alimento (antes dos 4 meses), em uma época em que o sistema digestivo ainda encontra-se imaturo.

A hipótese da higiene se refere aos hábitos de limpeza excessivos, às vacinas, aos antibióticos utilizados sem critérios, à esterilização de utensílios dos bebês, ao maior saneamento e ao parto cesáreo (ao nascer a criança não é colonizada pelas bactérias existentes no canal vaginal da mãe) que podem acarretar modificações na “flora” bacteriana e no sistema imunológico. Assim, a diminuição das doenças infecciosas na infância provocaria um desequilíbrio imunológico que determinaria maior incidência de alergia.

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