Faltam evidências ainda sobre condutas práticas que possam ser recomendadas atualmente para diminuir os riscos de alergia nas futuras gerações. No entanto, o aleitamento materno exclusivo até os 4-6 meses e o parto natural são objetivos desejáveis e podem influenciar até a ocorrência de alergia nas futuras gerações. Isto porque existem evidências que alterações da

Neste momento ainda não existem estudos conclusivos indicando que a dieta materna durante a gravidez ou a restrição de determinados alimentos irá prevenir a apresentação de alergia alimentar. Atualmente, a Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Européia de Gastroenterologia e Nutrição Pediátrica recomendam que crianças com alto risco de alergia alimentar (forte antecedente familiar)

“Longe é um lugar perto que se chega com paciência.”  Fábio Ibrahim El Khoury Na maioria das vezes a criança com APLV melhora totalmente com o tempo. Após um período de dieta restrita, que é variável, a criança adquire tolerância e isto significa que a criança não reage clinicamente mais à proteína, ou em outras

Muito provavelmente seu filho terá uma vida muito mais saudável no futuro… Isto porque a restrição alimentar não é de legumes, frutas, cereais, leguminosas, sucos, etc. São as guloseimas que precisam ser evitadas, são os produtos industrializados que podem ser prejudiciais. Tais produtos também devem ser evitados em crianças sem APLV antes dos dois anos.

Sabemos que a criança está melhor da alergia quando ela entra em contato com a proteína do leite e não ocorrem sintomas. Mas a introdução da proteína deve ocorrer apenas com a autorização do médico e de modo criterioso, pois pode haver reações graves ou mesmo sinais sutis que os pais não levam em consideração.

Existem evidências crescentes que fatores ambientais (alimentação, poluentes, infecções, exposição a agentes infecciosos, etc) podem modificar o nosso material genético, principalmente em fases críticas do desenvolvimento (fase intra-útero até os dois anos de vida especialmente). Estas modificações podem ainda ser transmitidas aos nossos filhos. Assim, pode ser que a higiene “em excesso” (ver hipótese da