A presença de sangue oculto no exame de fezes pode significar que existe alguma inflamação ocorrendo no intestino, mas nem sempre. Tampouco quer dizer que a criança tem alergia. Isoladamente a “pesquisa de sangue oculto” não quer dizer nada, a não ser que esteja associado a outros sintomas. O sangue vivo nas fezes sim, este

A introdução da alimentação complementar em crianças com APLV deve seguir os mesmos princípios preconizados para crianças sem APLV. Assim, não há restrição na introdução de alimentos contendo proteínas potencialmente alergênicas (ovo, peixe, carne bovina, carne de frango e de porco). Deve-se evitar apenas a introdução de dois ou mais alimentos fontes de proteínas de

A carne não precisa ser excluída necessariamente. É uma importante fonte de proteína, zinco, ferro e vitamina B12 para a mãe que amamenta. Em uma minoria das vezes ocorre reação com a carne bovina também (menos de 10% das vezes e é relacionada à presença da albumina sérica bovina), mas é muito importante avaliar com

Não basta retirar leite de vaca e derivados, é preciso todo o cuidado com os traços de proteínas, com os utensílios, os cosméticos e com os contatos indiretos. Veja a seção de tratamento no site.

A presença de muco pode significar que exista alguma inflamação ocorrendo no intestino, mas nem sempre. Tampouco quer dizer que a criança tem alergia. Isoladamente o muco não quer dizer nada, a não ser que esteja associado a outros sintomas. É comum a ocorrência de muco nas fezes de crianças alimentadas ao seio. Na alergia

Os mecanismos imunológicos ou de “defesa” envolvidos nas alergias alimentares são distintos: mediados por IgE e os mecanismos não IgEs. As reações mediadas por IgE produzem manifestações clínicas mais precoces, minutos ou horas após a ingestão do suposto alérgeno, em geral não demoram mais que 4 horas para desencadear sintoma. As manifestações não IgEs se

Não existe nenhum exame que permita estabelecer o diagnóstico de certeza da alergia ao leite de vaca. Os testes cutâneos (prick test) e a pesquisa de anticorpos IgE específicos através de exames de sangue (ImmunoCap®, antigamente chamados de RASTs) podem ser aplicados quando há suspeita de alergia alimentar IgE mediada (quadros de urticária, inchaço de

A maioria das crianças desenvolve tolerância, ou seja, deixam de reagir às proteínas do leite de vaca com o tempo. 50% das crianças melhoram após 1 ano, 70% após os 2 anos e 80-90% após os 3 anos de idade. Para as alergias mediadas por IgE pode levar mais tempo ou ser permanente: cerca de

Uma coisa é refluxo (presente em todos os bebês) e outra coisa é Doença do Refluxo Gastroesofágico (quando o refluxo é tão intenso, a ponto de causar alteração na qualidade de vida do bebê). Veja que estamos falando da alteração da qualidade de vida do bebê e não na qualidade de vida dos pais, isto

O tratamento da alergia às proteínas do leite de vaca baseia-se na exclusão completa das proteínas alergênicas e oferta de fórmula com proteínas extensamente hidrolisadas (aminoácidos e peptídeos) ou fórmula com aminoácidos. As características das proteínas do leite de cabra são muito semelhantes às da proteína do leite de vaca e estima-se que 90% das